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O monstro não tem mais lar. 

As pernas viraram rodas, as falas viraram ondas, e a distância encurtou. Os terrenos se encheram de cimento, ferro e suor. A técnica sobre a arte. O monstro selvagem foi promovido em seu emprego e já não escuta o som dos pássaros de dentro do carro. Dois se tornaram quatro, que se tornaram oito, dezesseis, trinta e dois.

Mas ainda há aqueles que não se rendem, não se acostumam, que ainda enxergam a beleza dos pequenos detalhes. A folha que cai, o frio do inverno, o sorriso do reencontro. É difícil viver em um ambiente estéril, mas o olhar continua indomado.

O monstro agora tem lar. Monstro Filmes.

 
 

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